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quarta-feira, 10 de março de 2010

sinfully delicious


Na verdade, não muda a vida de ninguém, e nem parece feito pra isso, de qualquer maneira (a verdade é que quem pensa como pensa não se permite questionar, e muito menos aceitar mudanças). Mas mostra de maneira bem bonita a possibilidade de ver a vida e sua simplicidade, sem preconceitos, sem conceitos, sem leis nem sofrimento, assim mesmo com tudo foi feito pra ser. 
Bom pra qualquer idade, qualquer pessoa, qualquer cultura. Mas fica mais delicioso se visto por um coração apaixonado...e com muitos bombons e trufas pra durante e depois!



Chocolat - Juliette Binoche, Judi Dench, Alfred Molina, Lena Olin and Johnny Depp

sábado, 13 de junho de 2009
















Diante desse atípico feriado, celebrado com bastante falta do que fazer e um romantismo não-objetivado pela "ausência de escolha e presença de amor", deixo aqui meu protesto em defesa das comédias românticas idiotas. Ontem eu assisti "Um Lugar Chamado Notting Hill". A propósito, declaro a vergonha de chegar aos dezenove anos assumindo o gosto pelas comédias românticas e nunca ter visto esse clássico.
O fato é que esses filmes, considerados por psicólogos o fim das relações amorosas e por intelectuais o sumo da inutilidade, produzem em nós uma série de sensações (ainda que "desprezo") e por vezes nos fazem realmente acreditar na transferência de uma dessas tramas para a nossa vida, consideradas quaisquer que sejam as razões para isso: afinidade com os personagens, com a história, com a trilha sonora, com os atores, má sorte na própria vida amorosa ou simplesmente o sonho de se enganar dentro do turbilhão de realidade vivido a cada dia.
E a meu ver, essa é a grande importância de filmes surreais e idealizadores, ou passatempos inúteis que não nos fazem pensar sobre nada: não só permitir um escape da vida real, que raramente nos fornece tempo para olhar as coisas mais simples com sua devida simplicidade, como também trazer pra nossa vidinha medíocre e tão fria sensações prazerosas e sempre bem vindas. Apesar de que eu não ando precisando de maiores sensações não...

"O amor é filme
Eu sei pelo cheiro de menta e pipoca que dá quando a gente ama
Eu sei porque eu sei muito bem como a cor da manhã fica
Dá felicidade, dá dúvida, dor de barriga
É drama, aventura, mentira, comédia romântica

É quando as emoções viram luz, e sombras e sons, movimentos
E o mundo todo vira nós dois,
Dois corações bandidos
Enquanto uma canção de amor persegue o sentimento
O Zoom in dá ré e sobem os créditos."

Lá em cima, quatro dos meus preferidos: Sweet Home Alabama, Lisbela e o Prisioneiro (com muitas pontinhas de orgulho), Bridget Jones' Diary e agora também Notting Hill.